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Criptomoeda brasileira financia pesquisa com cogumelos psicodélicos

"Qualquer um pode investir, com uma pequena fração do que faria um investidor qualificado, e com a vantagem de financiar algo inovador no campo da medicina aqui no Brasil"

Neste mês, a startup brasileira de tecnologia Biocase lançou sua própria criptomoeda, BioTrip, cujos rendimentos servirão para financiar as pesquisas e o registro de medicamentos com psilocibina, princípio ativo presente em cogumelos psicodélicos.

A BioTrip está alocada na blockchain Solana, que possui custos baixos de transações e taxa de transferência alta.

“Qualquer um pode investir, com uma pequena fração do que faria um investidor qualificado, e com a vantagem de financiar algo inovador no campo da medicina aqui no Brasil“, afirma Sérgio Fadul, CEO da Biocase.
Todos os produtos desenvolvidos serão comercializados exclusivamente por meio da cripto, ou precificados por ela no caso de compras realizadas pelo sistema público”, afirma Fadul.

 

Valor e negociação

No entanto, a BioTrip ainda não poderá ser negociada nestes primeiros meses. Primeiro, ela precisa cumprir uma meta: captar US$ 5 milhões para o desenvolvimentos de duas novas drogas.

“Após atingirmos 60% da meta ou após três anos [do lançamento da moeda], aí vamos liberar para negociação no mercado aberto”, diz Fadul.
O valor inicial de uma BioTrip é de um dólar até abrirmos o book de ofertas”, explica o coordenador de emissão da nova criptomoeda, Kristopher Pinheiro.

Segundo a empresa, a distribuição dos valores seguirá um padrão internacional: 75% serão destinados diretamente para os estudos clínicos, 15% como reserva de liquidez para lidar com flutuações e 10% para custos operacionais.

 

Acesso aos medicamentos

Apesar de qualquer pessoa poder comprar a moeda, apenas certos investidores terão acesso aos medicamentos psicodélicos – pessoas jurídicas e licenciadas, como hospitais e farmácias. Além disso, a compra permanece sujeita a regras sanitárias e internacionais.

“Para a grande maioria dos compradores o que vai valer mesmo é a valorização da criptomoeda ao longo das entregas das fases dos nossos projetos”, explica Fadul.

(adaptado da matéria do Tilt/UOL)

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