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Estúdio italiano lança crowdfunding em NFT para construir cidade flutuante com capacidade para 60 mil pessoas

Pangeos chega ao metaverso em 2023 e versão física deverá ser lançada em 2033 com previsão de conclusão em oito anos ao custo de US$ 8 bilhões.

Pangea, a imensa massa continental que era banhada por um único oceano até se fragmentar há 230 milhões de anos e formar os continentes da atualidade, foi a inspiração do Pangeos, uma cidade flutuante em formato de tartaruga, com capacidade para 60 mil pessoas, projetada pelo estúdio italiano Lazzarini Design, que planeja captar US$ 8 bilhões para a execução do projeto, previsto para ser lançado em 2033 na Arábia Saudita e executado em oito anos. 

O Pangeous contará com uma versão no metaverso em 2023 e, neste caso, o acesso ao local está condicionado à compra de tokens não fungíveis (NFTs) que também funcionarão como “depósito e direitos exclusivos do espaço virtual para o real.” 

Pelo que apresentava o marketplace do projeto, os investidores podem adquirir até o final de dezembro: bilhetes de passageiros, quartos de hotel, quiosques, apartamentos (simples, duplo e vip), casa (simples e dupla), super vilas, terraços e áreas em um palácio real, entre outras instalações.

Os NFTs fazem parte de um crowdfunding em criptomoedas, conforme informava  a plataforma do projeto:  

“O ‘UNREAL ESTATE’ é um projeto de crowdfunding NFT, pagando em criptomoeda é possível comprar virtualmente o espaço selecionado. Isso gerará um orçamento inicial para entrar em uma realidade aumentada mais sofisticada, o metaverso Pangeos (2023)”.

Segundo o que diz a página do projeto, a ideia do teraiate começou em 2009, quando o designer Pierpaolo Lazzarini concebeu uma estrutura de gigaiates capaz de abrigar uma cidade inteira. No caso do Pangeos, o projeto deverá ser executado no distrito de  King Abdullah, a dois quilômetros do porto de  King Abdullah, e deverá ocupar uma área de 390 mil metros quadrados (650m x 600m).

O processo de construção implicará a dragagem de um quilômetro quadrado de mar através da construção de uma barragem circular e, depois de seco o terreno, será iniciada a área do porão. Já o casco é subdividido em cerca de 30 mil células, o que “fornece uma solução flutuante inafundável para o subsolo, que é composto por compartimentos agrupados e conectados por corredores.”

Em relação à propulsão, o “Pangeos foi concebido para ser equipado com 9 motores HTS. Cada motor é totalmente elétrico e tem capacidade para 16.800 hp cada.
Obtendo a energia necessária das várias fontes de energia a bordo, a megaestrutura poderá navegar a cinco nós (9,26 quilômetros por hora).”

O teraiate deverá ter 30 metros de calado e nove proas diferentes, divididas em várias áreas. Em relação à área social, o Pangeous contará com uma praça principal, uma zona portuária, casas, apartamentos, escritórios, terraços, shoppings, parques, restaurantes e um pequeno aeroporto, entre outras instalações. 

“Durante a navegação, as grandes asas ganharão energia com a quebra das ondas e os Pangeos navegarão perpetuamente sem emissões pelos mares do planeta Terra. Além disso, a área do telhado é revestida com painéis solares, que fornecem parte da energia limpa necessária para abastecer o teraiate”.

Diferente de Pangea, que se fragmentou em vez de desaparecer propriamente dito, o arquipélogo de Tuvalu, no Oceano Pacífico, que corre o risco de afundar devido ao aumento do nível do mar causado pelo aquecimento global e as mudanças climáticas, vai replicar seu território no mataverso.

Via cointelegraph.

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