sábado, maio 18, 2024

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Grupo voltado à Cannabis fecha parceria com DAO brasileira para integrar maconha e criptomoedas

Sinapse Social atua em diversas frentes relacionadas à produção legal de Cannabis enquanto a Kanna incentivo ao cânhamo

A Sinapse Social, um grupo estratégico e de consultoria em negócios voltados à produção legal de Cannabis no Brasil, fechou uma parceria com a organização autônoma descentralizada (DAO) brasileira Kanna, que recentemente anunciou a criação de um token voltado ao incentivo à plantação legal do Cânhamo, considerado “parente” da maconha. O cânhamo pertence à espécie Cannabis sativa I e apresenta, no máximo, 0,3% da substância conhecida como tetra-hidrocanabiodiol (THC). 

A Kanna e a Sinapse Social não deram detalhes a respeito da operacionalização da parceria noticiada pela Folha de São Paulo. Na prática, o token anunciado pela DAO, o KNN, fica mais próximo dos diversos projetos relacionados à consultoria, além da tecnologia blockchain, que permite o rastreamento de toda a cadeia produtiva até o consumidor final.

Segundo o representante da DAO Luis Quintanilha, a chegada de novos sócios é importante para o crescimento do ecossistema da Cannabis no Brasil por meio de um argumento da legalização baseado no impacto positivo. 

O advogado e sócio da Sinapse Emílio Figueiredo também se mostrou otimista com a parceria ao argumentar que a participação da Kanna pode potencializar o ecossistema. O que, segundo ele, também se relaciona à transparência e rastreabilidade através da utilização da tecnologia blockchain “para fazer a Cannabis crescer.”

Pelo que era possível perceber na página oficial da Sinapse, a consultoria participa de diversos projetos. Entre eles estava o “Ano 4020”, cujo objetivo pe a reintrocução do cânhamo na matriz produtiva ao reintegrar o insumo agrícola à indústria, de maneira sustentável.

O projeto Canapse, por exemplo é uma associação que se dedica a produzir conhecimento científico, político ou econômico, sobre substâncias psicoativas de interesse acadêmico e medicinal. 

Já a Flowemind.co é uma empresa de desenvolvimento tecnológico voltada ao desenvolvimento de um fertilizante que visa simplificar o cultivo sem agredir o meio ambiente. O interesse não é por acaso, já que o cânhamo deve movimentar US$ 126 bilhões mundialmente até 2026.

A Kanna, por sua vez, anunciou a criação do KNN no começo desse ano por meio de uma parceria envolvendo a ex-diretora da FoxBite Natália Garcia e o CMO do Mercado Bitcoin, Robson Harada.

Em outra iniciativa voltada, nesse caso, à blockchain vinculada ao agronegócio, a tecnologia disruptiva tem eliminado intermediários e aumentado em até 20% o lucro na negocição de grãos no país.

Via cointelegraph

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