quinta-feira, outubro 21, 2021

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CONTEÚDO DIDÁTICO

NFT

O que é NFT?

NFT é uma sigla em inglês para “Non Fungible Token”, ou Token Não Fungível em português.

Para entender melhor, é preciso conhecer primeiro o conceito de fungibilidade: Etimologicamente falando, coisas fungíveis são aquelas que podem ser trocadas ou substituídas por outras de mesma natureza (valor, espécie, qualidade e quantidade), logo um item não fungível é algo único, insubstituível.

Por exemplo: uma nota de 10 reais é um item fungível, pois pode ser trocada por outra nota de 10 ou mesmo por 2 de 5. Já uma obra de arte é um item não fungível, pois é um item único. 

Voltando ao NFT, trata-se de um tipo de chave eletrônica criptografada gerada a partir de uma blockchain, que é usada de forma única. Quem compra um NFT se torna proprietário de uma espécie de certificado de propriedade intelectual, que garante a sua autenticidade e unicidade. 

Em resumo, o NFT é algo que não pode ser trocado, devido às suas especificações individuais, ao contrário de outros criptoativos, como a maioria das criptomoedas. 

NFTs são ativos digitais que podem representar qualquer coisa única como um ativo mais comumente baseado em Ethereum (ETH). Eles são tokens gerados a partir de uma blockchain e servem para dar a um item específico uma espécie de identidade única, como um selo oficial de autenticidade e originalidade.

Normalmente são atrelados a obras de arte ou conteúdos criativos e artísticos em geral, como artes digitais, visuais, músicas e vídeos, mas podem ser usados para qualquer coisa, e servem para garantir sua autenticidade e certificar propriedade e origem, permitindo, assim, que esse item possa ser colecionado, como algo escasso, por uma ou poucas pessoas.

Da mesma forma que bitcoins, o Ethereum e outras criptomoedas, os NFTs são criados virtualmente e protegidos pela dinâmica de funcionamento da blockchain e o seu algoritmo de consenso. Dessa forma, o registro não pode ser modificado, porque esse consenso inerente à blockchain garante a integridade dos tokens gerados.

Isso significa que, mesmo que a arte seja digital, ninguém pode simplesmente afirmar que é dono de uma obra original só por fazer um download ou publicá-la em uma rede social, por exemplo.

Em resumo, você pode pesquisar no Google uma imagem da Monalisa, imprimí-la e pendurá-la na sua parede, mas isso não faz de você o proprietário de uma peça multimilionária da história da arte, não é mesmo?

Antes de ser moda, a primeira criação de NFT aconteceu em 2012, com a apresentação da Coloured Coins, também conhecida como Bitcoin 2.x. Moeda essa que nunca chegou a deslanchar. 

Hoje, o exemplo mais comum de NFT é o padrão ERC-721, que opera na rede Ethereum, mas também há outros padrões, como o ERC-1155, da Enjin, cuja criação tem como foco o uso em videogames.

A criptomoeda mais famosa do mundo é o Bitcoin e a segunda e mais conhecida o Ethereum; Para o NFT, o Ethereum é fundamental, pois sua chave criptográfica é armazenada no Blockchain Ethereum (ETH), que suporta a gravação de informações extras que diferenciam uma ETH (moeda virtual) de um NFT (ativo único).

Sendo assim, o Blockchain permite rastrear a troca de certas informações pela internet, criando uma rede de blocos entre os envolvidos nessa ação. Por isso, qualquer compra ou venda envolvendo NFT ficará registrada em detalhes no Blockchain.

Os NFTs são comumente usados em vários aplicativos que requerem itens digitais exclusivos, como arte criptográfica, cripto-colecionáveis e jogos criptografados. Porém os tokens estão sendo desenvolvidos em diversas áreas. Suas aplicações se espalham não somente pelo setor de jogos, artes e colecionáveis. Existe mapeamento de empregos no segmento de realidade virtual e aumentada, imóveis, venda de ingressos para eventos, licenciamento de marcas, música, dentre tantos outros. 

No mundo dos jogos virtuais, o NFT possui espaço gigantesco de crescimento. Com ele, é possível proporcionar itens exclusivos dentro dos jogos, os chamados colecionáveis digitais, moedas próprias, universos virtuais e muito mais... Hoje esse conceito é usado para qualquer item escondido pelos games, mas isso pode ser ainda mais refinado.

Um exemplo recente é o case da Empresa Atari. No dia 08 de março de 2021, a Atari anunciou a sua parceria com a "Decentral Games" para lançar um cassino virtual que opera com criptomoedas. Todo o projeto foi feito em um ambiente completamente virtual, em um universo 3D chamado "Decentraland'' que opera no blockchain da Ethereum.

Chamado de Atari Casino, ele funciona com tokens e criptomoedas que podem ser apostadas
em jogos retrô e temáticos da clássica empresa de games. Uma nova construção foi instalada na chamada “Vegas City”, um setor do universo virtual da Decentraland, também chamado de “metaverso”. Entre as moedas digitais utilizadas nesse cassino, estão a MANA, criptomoeda nativa da Decentraland, a DG, da Decentral Games, a stablecoin DAI e o recente Atari Token, ATRI. Após o anúncio oficial da parceria, todas essas moedas digitais passaram por uma intensa valorização. Ou seja, uma pequena mostra da potência desse universo.

Existem alguma razões para um NFT ser raro:

Como não podem ser copiados, são raros e únicos. Na maioria das vezes, existem muito poucos NFTs de um artista ou vendedor.  Por isso, você pode adquirir com segurança um token colecionável que pode ser revendido posteriormente.

Um NFT é sempre único. Você não pode fazer outro NFT com o mesmo número de token no mesmo contrato inteligente. O que significa que haverá apenas um desse token, que é verificado via blockchain e pode ser visto por qualquer pessoa.

Outra coisa, o Copyright: seu NFT pode vir com ele caso seu vendedor decida. Isso significa que está em blockchain e que o proprietário desse token terá direitos autorais comerciais completos para usar essa imagem e recurso, como assim preferir…

Além disso, ele é Imutável, o que significa que ninguém pode alterar os metadados do token, nem remover sua imagem ou o nome do token, etc. Por isso ele nunca será alterado, removido, e nem retirado de uma blockchain. Isso é o que lhe dá tanto valor.

Ah e por último, eles são colecionáveis ​.  Você pode decidir vender futuramente, e seu valor só aumentará de preço, pois há poucas maneiras de diluir a coleção. Comprá-los para revendê-los pode gerar milhares (ou até milhões) de dólares, dependendo claro, da obra e do mercado. 

Os benefícios e vantagens são enormes, dentre elas podemos destacar a oportunidade de fazer negociações com pessoas do mundo todo, de forma rápida e segura. Além da  vantagem da tecnologia, existe a garantia da autenticidade, sem que isso implique em gastos extras ou necessidade de uma autoridade reguladora. 

A desburocratização da compra e venda de artigos é o reflexo disso. Sem papelada, sem terceirização... tudo é mais dinâmico e até mais econômico, em comparação ao modelo tradicional. Com o NFT tudo isso é simplificado, sendo possível estabelecer apenas um acordo direto entre comprador e vendedor.

Uma outra vantagem para os artistas é que eles podem adicionar royalties de forma automática aos contratos digitais firmados na venda dos ativos. Assim, mesmo que o token seja revendido várias vezes depois, o artista continuará recebendo uma parte do dinheiro para sempre.

Num futuro bem próximo, os NFTs poderão abrir portas para a digitalização de todos os direitos de propriedade intelectual existentes. Mais do que isso, podem trazer fontes de renda extra para outros segmentos, além da digitalização e outros ativos.

Existem muitos questionamentos com relação a compra e venda de NFTs, os porquês, e onde levaria essas transações. Mas vamos lá, você já entendeu o que é o NFT, mas ainda não está muito claro qual a utilidade e aplicabilidade na sua vida? Por que alguém pagaria milhões de dólares em algo que teoricamente não é tangível? 

Tradicionalmente, as pessoas sempre compraram artes e colecionáveis em sua forma física, sejam elas pinturas, esculturas, fotografias, músicas, etc. A principal motivação desses compradores (ou investidores) é possuir uma obra única ou um ativo que se valorize ao longo do tempo e que seja possível revender no futuro com um valor ainda maior. O mesmo acontece com as obras vendidas por NFTs. Os compradores investem seu dinheiro em arte acreditando que ela valerá muito mais dinheiro no futuro.

No entanto, os NFTs não são apenas uma oportunidade de investimento, eles também são uma ótima maneira de as pessoas apoiarem financeiramente os artistas que amam. Por exemplo, se você tem muitos seguidores em suas redes sociais, pode vender sua arte em NFT para seus fãs como forma deles apoiarem e contribuírem com seu trabalho, sem necessariamente haver um interesse de lucro futuro.

Para o comércio de artes, ter o NFT de uma obra representa ter a propriedade sobre aquela peça específica. E isso te dá a liberdade e o direito de você fazer o que quiser com ela, sem que o criador opine ou questione. Você poderá revender, fazer intervenções em cima dela, ou apenas guardá-la como um gift. O atrativo, é que como o mercado está aquecido por tantas negociações interessantes, existe a possibilidade de se ganhar (muito) dinheiro com a valorização da arte ou a explosão da popularidade do artista.  Você pode comprar um NFT hoje por centavos e revendê-lo por milhões... e é isso que o torna tão interessante.

Não! Os tokens NFTs repassam ao comprador apenas a propriedade do trabalho, mas os artistas continuam com os direitos autorais e de reprodução. Isso significa que você pode vender uma fotografia NFT e ainda pode continuar a usá-la em seu Instagram ou site, vender impressões em sua loja online e muito mais. 

Até aqui você já entendeu que o token NFT é um código criptográfico que representa um objeto de arte digital de forma única. Agora vamos entender como criar um token e vender a sua arte em NFT? 

1) Em primeiro lugar, selecione o arquivo que você acredita que as pessoas possam ter interesse em comprar. Pode ser uma pintura, fotografia, vídeo, música, um documento ou qualquer tipo de arquivo.

2) Depois de escolher a sua obra digital, você precisa escolher a plataforma para vender o seu NFT. Atualmente, as plataformas mais populares do mercado são: Opensea, Rarible, SuperRare, Nifty Gateway e Foundation. Algumas plataformas permitem que qualquer usuário crie e venda NFTs, mas outros exigem que você passe por um processo de inscrição que pode ou não ser aprovado, ou até mesmo que você receba um convite, como é o caso da Foundation. 

Após escolher um mercado, você precisará vincular uma carteira compatível, a maioria das plataformas trabalham com Ethereum (ETH), ou seja, a comercialização não é feita com moedas tradicionais como real, dólar ou euro. Os tokens NFT são comercializados em criptomoedas, como o Ethereum. 

3) Após criar o seu NFT em uma das plataformas, você precisa definir quantas edições você deseja vender. Não precisa ser apenas um token único, pode ser uma série. Mas vale ressaltar que vender mais de um NFT da mesma arte reduzirá o preço da obra. Quanto mais raro, maior o seu valor!

4) A venda de uma obra em NFT pode ser feita com um preço estabelecido ou como um leilão, onde você define um valor mínimo pelo qual você aceitaria vender sua obra. 

5) O próximo passo é definir quanto você receberá caso sua obra seja revendida, definindo uma porcentagem de royalties. Toda vez que ela for revendida o artista receberá os royalties em cima da transação.

6) E para completar o processo, você precisa “Mintar” sua obra NFT, tornando-a disponível para venda. O processo de Mintagem (ou Minting) é quando seu certificado NFT é criado e registrado no blockchain, tornando seu trabalho artístico único e não fungível, já que ele não poderá ser substituído ou duplicado. 

O processo mais detalhado, com o passo-a-passo se encontra na sessão de tutoriais (link).

BLOCKCHAIN

Podemos falar que blockchain é um tipo bem específico de banco de dados distribuído, onde existe uma cadeia de blocos ordenados. Essas informações são públicas e armazenadas de forma sequencial, utilizando um código criptográfico (hash).

Esse sistema de blocos, por ser distribuído, está em milhares de computadores. Quando uma atualização (legítima) é feita, todas as cópias são sincronizadas em questão de segundos. Pode até ser que um ou outro computador suma da rede, mas isso não afetará o sistema, pois todos os outros ainda estão lá.

Sendo assim, qualquer dado que seja alterado na cadeia de informações, invalida automaticamente todos os blocos subsequentes. Existem blockchains públicas, como na rede Bitcoin, e privadas, mais comuns no universo corporativo.

Este banco de dados é caracterizado pela ausência de uma entidade reguladora. Por isso, qualquer pessoa consegue validar o registro histórico, ou solicitar a inclusão de novos dados. Essa facilidade e segurança possibilitam sua aplicabilidade.

Esse esquema de cadeia de blocos com estrutura distribuída é o que torna o Bitcoin e outras criptomoedas tão confiáveis.

Resumindo, blockchain é um sistema que permite rastrear o envio e recebimento de diversos tipos de informação pela internet. São pedaços de código gerados online que carregam informações conectadas – como se fossem blocos de dados formando uma corrente – daí vem o nome. É esse sistema que permite o funcionamento e transação das chamadas criptomoedas, ou moedas digitais.

Basicamente o blockchain é formado por uma sequência de blocos de informações encadeados. Para garantir que os dados anteriores não foram alterados, existe um código de verificação (hash). Qualquer mudança mínima do conteúdo gera um novo código, invalidando o arquivo anterior.

Nesses blocos contém:

  • A Data e hora em que a transação aconteceu no bloco; 
  • A Quantidade transacionada. No caso do Bitcoin, o valor é em bitcoins; na blockchain do Ethereum, o valor é em ether e assim por diante;
  • Todas as Partes da transação. Ao invés de usar dados pessoais como nome ou CPF, são usados endereços digitais, que são uma "hash" de 32 caracteres, que indicam a carteira de origem e de destino da quantidade;
  • Hashes únicas que nos permitam diferenciar: um bloco do outro; uma transação da outra. Essas hashes também são conhecidas como transaction ID ou TXID.

O segredo deste mecanismo é a facilidade na validação do hash, esse algoritmo que une o bloco atual à cadeia preexistente. Em oposição, é extremamente trabalhoso encontrar o hash correto para cada novo bloco.

Estas regras tiram o incentivo de fraude, uma vez que blocos fora do padrão são facilmente detectados pelos demais. Deste modo, qualquer usuário da rede pode validar sem grandes custos o registro histórico desde o início da vida deste banco de dados.

Cabe lembrar que o blockchain é formado por uma rede de computadores interligados, conhecido como ponto-a-ponto (peer-to-peer). Em suma, mesmo que uma parte dos usuários desligue suas máquinas, o mecanismo segue funcionando normalmente. (tem que mudar esse período) 

Por conta da escassez, nenhum NFT é igual ao outro, tanto no valor quanto nas propriedades do próprio token. Cada token possui um "hash digital" (Funções hash são um dos elementos principais dos sistemas de assinatura digital), um tipo de função que converte letras e números em criptografia, que é diferente em cada padrão seguido. Essa característica permite que os NFTs atuem como uma prova de origem e inviabiliza qualquer tentativa de falsificação.(ver texto)

O blockchain é uma espécie de banco de dados que armazena de forma pública na internet,
sem um controle central. Ele foi criado para distribuir a informação de forma transparente e auditável.

O Blockchain é uma das tecnologias por trás da criptomoeda Bitcoin, onde grandes empresas e o mundo dos negócios estão testando novas aplicações e transformando como a gestão de sistema de dados vem sendo distribuído.

Cada endereço no blockchain possui uma chave pública e outra privada, que jamais deve ser compartilhada com ninguém. Assim, a chave pública funciona como se fosse uma conta bancária, permitindo que você receba criptomoedas e criptoativos em geral.

A a chave privada atua como a sua senha de banco, garantindo que somente seu detentor consiga realizar transferências a partir deste endereço.

Para adicionar um bloco a uma cadeia de dados já existente é preciso realizar a “prova de trabalho”. Cada bloco a ser aprovado cria um novo código criptográfico, que é dependente dos registros anteriores.

Esta solução é conhecida como mecanismo de “hash”, e só pode ser resolvida através da “força bruta”, ou seja, sucessivas tentativas em sequência. Este trabalho é denominado mineração, e envolve potentes computadores desenhados especificamente para esta função.

Mineradores que tentam atuar de forma desonesta vão ter seus blocos rejeitados pelos demais usuários. Isto porque só a chave privada correta de cada endereço consegue autorizar transações.

Cabe lembrar que as redes blockchain possuem diferentes algoritmos de criptografia utilizados para proteção. Deste modo, há criptomoedas que utilizam a “prova de participação”. Os validadores colocam valores de garantia para assegurar sua honestidade. Em suma, nesse caso não existe o processo tradicional de mineração.

Lembra que a rede de trenzinhos está espalhada pelo mundo e não tem dono? É essa característica que faz da blockchain uma tecnologia segura.

Como a rede não está centralizada em nenhum lugar e possui diversas camadas de segurança, invadi-la é extremamente difícil.

Quando o sistema reconhece que alguém está tentando invadi-lo, ele automaticamente trava em questão de segundos.

Se você ouviu falar sobre bitcoins ou criptomoedas roubadas, é porque o crime ocorreu no equipamento do usuário ou na corretora contratada pelo internauta – não na blockchain.

O conceito do blockchain surgiu em 2008 no artigo acadêmico Bitcoin: um sistema financeiro eletrônico peer-to-peer, de autoria de Satoshi Nakamoto (pseudônimo do suposto criador do bitcoin).

Neste material, a blockchain é definida como “uma rede que marca o tempo das transações, colocando-as em uma cadeia contínua no ‘hash’, formando um registro que não pode ser alterado sem refazer todo o trabalho”.

Basicamente, a tecnologia surgiu para que o bitcoin pudesse existir, mas as possibilidades de uso vão muito além das criptomoedas.

Porque essa é uma tecnologia que permite criar uma série de produtos revolucionários – como as criptomoedas, moedas digitais que não têm lastro em nenhum país, por exemplo.

Além das criptomoedas, a blockchain também pode ser usada para validação de documentos – como contratos e troca de ações –, transações financeiras, comercialização de músicas ou filmes, rastreamento de remessas e até votos.

Mas, apesar do burburinho, ainda existe uma desconfiança por parte da população. Segundo a pesquisa Trust Barometer, que mede a confiança em determinadas instituições e tecnologias, apenas 55% dos entrevistados confiavam em blockchain.

Cada vez mais negócios estão se apropriando dessa tecnologia, mas precisamos aguardar os próximos blocos para ver qual o real impacto da blockchain.

CRIPTOMOEDAS

A lógica da moeda digital é a mesma do dinheiro em espécie. Sua função é, basicamente, permitir transações de compra e venda de bens e serviços.

Trata-se de uma moeda virtual que não possui representação física, ou seja, as criptomoedas não possuem lastro. Elas são geradas através de uma enorme rede com milhares de computadores espalhadas pelo mundo, que através de seu poder computacional realizam cálculos de autenticação. Cada unidade da criptomoeda é validada por uma cadeia (chain) de blocos (block) criptografados, o que garante a confiabilidade da transação. 

Criptomoedas nada mais são do que moedas virtuais, utilizadas para a realização de pagamentos em transações comerciais. Ou seja, possuem a mesma função de pagar por mercadorias e serviços, assim como o Real e o Dólar. Mas qual a diferença das criptomoedas para as moedas regulares?  

Além de serem completamente virtuais, existem três características básicas que as diferenciam  das moedas regulares: a descentralização, o anonimato e custo zero de transação.  

A descentralização significa essencialmente que essas moedas independem de um banco central ou do Estado para a sua regulamentação, isto é, suas oscilações de preço ocorrem de acordo com a própria economia por trás da moeda, possuindo menor interferência do Estado do que uma moeda regular.

O único elemento central existente no processo é o sistema Blockchain, que funciona como uma espécie de livro eletrônico onde são contabilizadas todas as transações realizadas. Os registros das transações ficam armazenados em uma grande comunidade de usuários espalhados pelo mundo, e não em um único local, o que permite acesso à verificação pública e rápida no banco de dados, além de dificultar a ação de hackers. A complexa tecnologia de dados por detrás do Blockchain é o que garante que as transações sejam seguras e confiáveis.

As transações em criptomoedas também garantem um relativo anonimato ao usuário. A maioria não requer nenhum tipo de informação pessoal para começar a utilizar o serviço, o que leva algumas pessoas a argumentarem que atividades ilegais, como lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e armas poderiam ser facilitadas com o uso das criptomoedas.

Outro grande diferencial é o custo zero das transações. Não há nenhuma autoridade central para interferir impondo qualquer tipo de taxa ou imposto às criptomoedas. As moedas regulares normalmente são emitidas por instituições governamentais, e todo o sistema que permite as transações entre indivíduos e/ou instituições está vinculado à taxas definidas pelos governos e bancos onde essas transações são realizadas. No caso das criptomoedas não existe essa autoridade central, e por isso o custo das transações é zero. Isso fez das criptomoedas uma alternativa viável para transações internacionais, onde as taxas costumam ser bem altas se realizadas pelos meios regulares.

Com o avanço dos estudos criptográficos na década de 80, a possibilidade da criação de sistemas de moedas completamente virtuais começou a ser perseguida.

Notadamente, um grupo de desenvolvedores e entusiastas da criptografia autodenominados cyberpunks (tradução literal, punks virtuais), liderados por David Chaum, lançaria as bases para a criação das criptomoedas. Esse grupo visava à criação de um sistema de transações no qual os indivíduos poderiam usufruir de total liberdade e privacidade longe dos olhos do “Big Brother” – referência ao livro 1984, de George Orwell, que fala de “Big Brother” como uma figura de governo autoritária com controle excessivo sobre a privacidade da população. O encontro do grupo culminou na escrita do A Cyberpunk’s Manifest (O Manifesto Cyberpunk), que explicita as ideias liberais defendidas por eles sobre a privacidade inalienável (inerente ao ser humano).

Além do grupo, um engenheiro de software chamado Wei Dai também vinha desenvolvendo sua versão de moeda virtual. O conceito do chamado “b-money”, nome dado à moeda, foi compartilhado através de dois protocolos. Neles, estavam características comuns às criptomoedas atuais, como a descentralização e o anonimato. No entanto, o b-money nunca chegou a ser amplamente utilizado.

Mais tarde, em 2005, Nick Szabo, um criptógrafo estado-unidense, desenvolve o que muitos chamam do precursor da Bitcoin, o Bitgold. O Bitgold utilizava o sistema Blockchain, que ainda é aplicado pelas criptomoedas modernas, e há relatos que o criador da Bitcoin tenha se inspirado no Blockchain para o seu desenvolvimento. Mas também como o b-money, essa moeda virtual nunca chegou a ser implementada. Já as Bitcoins alcançaram um sucesso maior e são amplamente utilizadas em transações no mundo inteiro, sendo a criptomoeda de maior fama.

A cotação, compra e venda acontecem de forma anonima pela internet. A moeda digital é armazenada em uma carteira e administrada em um computador pessoal ou dispositivo móvel.

A inovação tecnológica por trás da criptomoeda é conhecida como blockchain ou “protocolo de confiança”.

Isso consiste em bases de registros e dados compartilhados, tendo como principal medida de segurança a descentralização.

No blockchain, cria-se um índice global para todas as transações dentro do mesmo mercado. É uma espécie de livro-razão, totalmente público e compartilhado.

A ausência da mediação de terceiros cria o senso de confiança na comunicação direta entre as partes da transação.

A moeda virtual já é uma realidade de investimento de grandes players como a Microsoft e a IBM. Além de governos como os Emirados Árabes, Estônia e Singapura.

Muitos julgam a criptomoeda como uma onda passageira. Porém, os dados mostram que ela pode ter chegado para ficar.

Quer um exemplo? O bitcoin, criptomoeda mais popular do mundo, tem batido recordes de cotação.

Por serem moedas descentralizadas, sem interferência de nenhum governo, as operações em criptomoedas são feitas pela internet, diretamente entre os usuários e de maneira criptografada. É o chamado peer-to-peer, onde os algoritmos matemáticos são utilizados para validar as transações. 

Para conseguir uma criptomoeda é necessário passar pelo processo de mineração ou comprar de uma corretora. Se você está entrando no universo das criptomoedas agora, o jeito mais fácil de adquirí-las é comprando de uma corretora.

O trâmite para emissão e repasse é totalmente digital e a corretora ou “exchange” é a plataforma que conecta as partes interessadas. Ela será responsável por converter as criptomoedas em dólar ou real, por exemplo. Antes de comprar, você precisará se cadastrar em uma dessas corretoras e transferir fundos para a sua conta. Na maioria delas você vai precisar apenas preencher um breve formulário com seus dados pessoais básicos como Nome Completo, CPF, sua data de nascimento, além de seus contatos.

Após efetuar o cadastro você poderá inserir créditos em dinheiro para comprar criptomoedas. Cada corretora tem seu processo particular, mas em geral são todos parecidos e eles sempre disponibilizam um tutorial bem detalhado. Depois que os créditos estiverem disponíveis em sua conta, você já poderá comprar suas primeiras criptomoedas. o Processo é simples, e normalmente basta acessar sua conta e informar qual moeda você deseja comprar e qual a quantidade (ou o valor em reais que deseja trocar) e clicar no botão "Comprar". O processo de venda também é bastante simples e segue a mesma lógica.

Da corretora, é possível depositar e sacar para a sua carteira, que nada mais é do que um endereço público composto por números e letras. As carteiras podem ser virtuais, em aplicativos, ou até mesmo físicas. Elas são protegidas por uma chave privada, uma senha que deverá ser guardada pelo portador.

Existem alguns pontos importantes a serem observados antes de escolher a melhor corretora de criptomoedas:

Cheque a filiação. Apesar do setor ainda não possuir uma regulamentação específica no Brasil, as corretoras de Criptomoedas devem ser afiliadas à ABC Cripto, entidade em prol do desenvolvimento da criptoeconomia no Brasil;

Verifique as práticas de segurança utilizadas para acesso à plataforma, como verificação em duas etapas, exigência de senha forte e outras barreiras de segurança implementadas.

Liquidez:- Uma corretora com alto volume de negociações significa que está sendo utilizada por muitos usuários para a compra e venda de criptoativos. Caso ela possua integração com demais exchanges internacionais, aumentam as chances de ela possuir também uma maior liquidez.

Meios de pagamento: Antes de criar sua conta em uma corretora, verifique quais os meios utilizados para transferência de recursos. Algumas das exchanges oferecem desde transferência bancária, PIX e até pagamento com cartão de crédito. 

Taxas:  é importante conhecer as taxas em Real e Criptomoedas praticadas pela companhia, elas podem variar bastante de uma corretora para a outra.

Agora que você já sabe o que é, como funciona, como comprar e como usar, deve estar se perguntando quais as melhores criptomoedas para investir. Preparamos uma lista com as mais conhecidas:

Bitcoin – Considerada a primeira moeda digital (Criptomoeda) descentralizada do mundo, foi apresentada em 2008 por um programador de pseudônimo Satoshi Nakamoto.

Litecoin – Conhecido como irmão mais novo do bitcoin, tem as mesmas características, porém com menor tempo de transação, devido a uma taxa menor de bloqueio e mais acessibilidade. A tendência é de um maior crescimento graças à familiaridade com o bitcoin.

Ethereum – Foi apresentado em 2014 por Vitalik Buterin, financiado como um projeto de crowdfunding, o terceiro maior já financiado dessa forma. O Ethereum é a criptomoeda mais utilizada para a compra e venda de NFTs.

Ripple – Também conhecido como XRP, é um pouco diferente das outras criptomoedas, pois traduz tanto uma moeda digital quanto uma rede de pagamento aberta, com menores taxas e atrasos de processamento.

Monero – Usa o código aberto CrytoNote, codificado a partir do zero. Entre suas características estão transações e pagamentos ocultos.

A diferença básica entre ela e o bitcoin é que ela cria um endereço único para cada transação, adotando uma senha privada que possibilita que as informações completas do processo sejam vistas apenas pela pessoa que recebeu o depósito ou por quem possuir a senha.

Dash – Operações com essa moeda têm confirmação praticamente instantânea, pela rede Masternodes (diferente do bitcoin). E é essa rede que permite que as transações sejam anônimas, caracterizando a dash pela privacidade dos seus usuários.

Siacon – Essa é considerada a moeda mais promissora quando o quesito é a tecnologia blockchain. Ela não exige grandes processadores para serem mineradas. Os usuários disponibilizam um espaço no computador para que as transações sejam processadas. Em troca, as pessoas recebem unidades da criptomoeda.

Ethereum é uma plataforma descentralizada criada em 2013 por um programador russo chamado Vitalik Buterin. Ela utiliza o mesmo princípio de blockchain do Bitcoin (BTC), sendo a sua moeda digital chamada Ether (ETH).

Ethereum possui o código aberto e opera de forma descentralizada, ou seja, não há nenhuma entidade ou indivíduo sozinho que a controle. Suas operações são realizadas por milhares de computadores espalhados pelo mundo, que mantém a rede funcionando 24 horas por dia.

Por mais que Ethereum seja baseado em blockchain, que é a tecnologia segura e anti-fraude das criptomoedas, trata-se de uma plataforma programável, permitindo que os usuários criem novas aplicações que vão além das transações financeiras.

Um contrato inteligente é um pedaço de código programado em uma blockchain, que define os termos de uma transação específica. Após o recebimento de uma determinada informação, o contrato inteligente executará as tarefas que foram atribuídas. Aliás, todos os contratos inteligentes compartilham algumas características em comum:

 

Por existirem na blockchain, cada ponto da rede que executa a blockchain tem uma cópia desse contrato

Eles não podem ser alterados ou manipulados por terceiros

A lógica de um contrato inteligente não pode ser distorcida, ou seja, não há margem para interpretação

É possível a criação de contratos de caução ou futuros, que são baseados na ocorrência de determinadas condições para serem liberados. Por exemplo, um contrato inteligente pode ser programado para liberar fundos no dia do aniversário dos filhos. Pode ser programado para liberar o pagamento assim que alguém confirmar o recebimento das mercadorias entregues. Pode ser usado para liberar um seguro-fiança se o inquilino não pagar o aluguel. No futuro, até um seguro de vida pode ser liberado caso o registro de óbitos esteja integrado na blockchain, tornando o processo mais rápido e menos burocrático.

Ethereum é uma plataforma de software de código aberto, baseada em uma Blockchain pública, que permite a desenvolvedores criarem e implementarem aplicativos inteligentes e descentralizados.

Os contratos inteligentes oferecem vários benefícios quando bem utilizados. Permitem que pessoas de todo o mundo façam transações entre si sem a necessidade de um intermediário, reduzindo custos.

Como não há terceiros envolvidos, não há risco de manipulação. Contratos inteligentes reduzem a necessidade de administração e economizam tempo. Oferecem autonomia completa e, como ficam registrados na blockchain, são totalmente seguros contra perda de dados.

Como toda criptomoeda, na rede Ethereum existe uma que é usada para remunerar os mineradores. Ela é chamada Ether (ETH). Caso você não saiba, mineradores são os computadores que realizam todas as transações da rede blockchain.

Importante não confundir Ether (ETH) com ETC (Ethereum Classic). A existência de dois Ethereum foi devido ao hackeamento da rede em 2016, quando houve um “hard fork” ou divisão da rede. O novo protocolo criou a ETH e essas foram devolvidas aos respectivos donos e a ETC, que ainda roda a programação que foi hackeada.

A contrário do Bitcoin (BTC) que possui um número fixo e predeterminado de “moedas” que serão mineradas (21 milhões), não existe essa limitação no Ethereum. Esta limitação de oferta confere mais valor ao BTC, ao passo que o ETH tem o seu valor mais relacionado ao código mais avançado que permite aplicações não possíveis na rede de Bitcoin. O Ethereum também requer menos capacidade computacional para ser executado, o que torna o tempo de transação de uma operação em sua rede muito menor que a mesma operação na rede Bitcoin.

Portanto, por mais que sejam parecidas e executadas por meio de uma blockchain, existe uma diferença fundamental entre as duas moedas. Podemos resumir o Bitcoin como uma revolução no universo das transações financeiras, enquanto o Ethereum é uma ferramenta descentralizada em cima da qual aplicações inteligentes podem ser programadas.

Ether (ETH) é uma criptomoeda que já está disponível para negociação nas principais corretoras (exchanges) brasileiras e internacionais, como Mercado Bitcoin, Foxbit, Braziliex, Binance e Coinbase. A compra de Ethereum é feita seguindo os passos abaixo:

- Abrir uma conta na corretora

- Fazer uma transferência bancária para a corretora

- Acessar o sistema da corretora

- Escolher a criptomoeda que deseja negociar (no caso ETH)

- Veja o livro de ofertas de compra e venda

- Envie a ordem para comprar a quantidade de ETH desejada

Uma das ideias centrais das criptomoedas é que você seja seu próprio banco. Isso significa que ao invés do seu dinheiro ficar em um sistema de banco tradicional, é você quem deverá mantê-lo e protegê-lo. Liberdade requer responsabilidade e armazenar suas criptomoedas com segurança é fundamental para participar deste mercado. Todos os meses aparecem casos de pessoas que perderam acesso às suas criptomoedas avaliadas em milhões de dólares.

Portanto, o detentor do Ether pode deixar as moedas na corretora, o que não é tão seguro, pois elas estão sempre na mira de hackers, ou em uma carteira própria mantida pessoalmente, que é mais seguro.

Ao contrário do dinheiro físico, as criptomoedas são códigos que devem ser protegidos por chaves. A chave pública é o endereço usado para você receber pagamentos. A chave privada é a que você utiliza para enviar transferências. A carteira é o software usado para se conectar a blockchain permitindo que sejam realizadas as operações desejadas.

Você pode optar por uma cold wallet ou uma hot wallet.

As hot wallets são aplicativos mantidos no computador ou no celular que armazenam as suas criptomoedas. Elas tornam as operações de transferência dentro da blockchain mais rápidas. Costumam ser usadas por quem opera com frequência no mercado ou que realiza transferências com mais frequência.

A cold wallet é utiliza por quem deseja manter suas criptomoedas “fora da rede”. Elas podem ser armazenadas tanto em um dispositivo externo como um pendrive (hardware wallet) ou mesmo de forma física, em papel ou gravação em metal.

 

A carteira de Ethereum mais famosa é a MyEtherWallet. Possui código aberto e pode rodar tanto no computador, quanto no smartphone. Permite armazenar as moedas ou imprimir os códigos numa paper wallet.

Exodus é uma outra carteira que possui um visual incrível e permite uma integração fácil com hardware wallets. 

As hardware wallets mais conhecidas são a Ledger Nano X e a Trezor One. A primeira é mais cara e mais completa, mas o software não é de código aberto. A segunda é mais barata e possui código aberto, mas não suporta algumas criptomoedas.

Importante salientar que esses harwares só devem ser comprados dos fabricantes originais. Há muitas cópias e falsificações no mercado. Caso compre de terceiros, sempre haverá o risco de hackeamento prévio do aparelho.

TUTORIAIS

Antes de mais nada, é preciso entender que criar, ou “mintar” um NFT não é um processo gratuito. O processo custa dinheiro por contas das “gas fees”, ou “taxas de combustível” do Ethereum.

Lembre-se: Você deve ser o criador ou dono da obra. Não se deve colocar na blockchain uma obra ou objeto de arte que não tenha sido criado por você ou que não seja de sua propriedade. 

Então para começar a criar NFTs você vai precisar:

  1. Uma Carteira compatível com Ethereum (ETH)
  2. Comprar uma pequena quantidade de Ethereum (ETH)
  3. Conectar a sua carteira a um Marketplace de NFTs
  4. Criar um arquivo de arte digital para o seu NFT

É na sua carteira que você vai guardar os seus NFTs e é também através dela que você vai pagar as taxas de combustível do Ethereum. Existem diversas opções de plataformas que oferecem carteiras de criptomoedas, muitas delas gratuitas. Listamos aqui algumas opções que funcionam com a maioria dos Marketplaces e Aplicativos de Blockchain:

Como já foi falado, existem algumas taxas para transformar a sua arte em NFT na maioria das plataformas. E essas taxas são pagas em Ethereum e, por isso, você precisará comprar um pouco de Eth.

O preço do Ethereum oscila a cada minuto, então a maneira mais simples é pensar em uma quantidade em dólares que você esteja disposto a gastar. Algo em torno de US$150,00 a US$200,00 é uma quantidade segura.

Após criar a sua carteira e comprar ETH, você vai precisar conectá-la a um ou mais sites, onde você poderá criar e vender seus NFTs. Os mais conhecidos são:

  • Opensea
  • Rarible
  • Mintable
  • Foundation
  • Nifty Gateway 

No Mintable você poderá:

  • Ter sua própria loja
  • Vender NFTs na loja do Mintable

Ao criar uma loja própria, você estará fazendo um contrato inteligente na blockchain, que será seu e controlado apenas por você. É o método mais indicado para criar NFTs, mas existe a desvantagem do custo mais alto, se os preços dos GAS estiverem acima de 50 gwei. Em geral, o custo médio é de US$100,00 para criar o contrato inteligente, mas isso permitirá que você crie vários NFTs por custos bem baixos utilizando a cunhagem de lote.

Em geral, US$100,00 de custo operacional para iniciar um negócio online é um valor considerado baixo. É a média de valor que as principais plataformas cobram.  Mas se ainda assim esse for um custo elevado para você, existe a possibilidade de usar a loja do Mintable.

Usando a loja do Mintable você pode economizar nas taxas, pois não precisará pagar os custos de implantar a sua própria loja no blockchain. Qualquer um pode usar a loja do Mintable gratuitamente e criar vários NFTs em uma única transação. Essa é uma das razões pelas quais o Mintable é copnsiderado a plataforma mais flexível para criar NFTs, em nenhuma outra você conseguirá criar tantos NFTs por um custo tão baixo.

Agora você poderá inserir o endereço da sua carteira de recebimento e carregar o seu conteúdo de mídia como imagens, áudio, vídeos, gráficos 3D, etc.

Após clicar em “vender” você será direcionado a uma página onde você criará uma listagem para o seu NFT e colocá-lo na Blockchain. O processo é semelhante a listar um item à venda no Mercado Livre, Ebay ou Amazon.

O processo é simples e autoexplicativo e qualquer pessoa consegue lançar seu NFT sem muita dificuldade. É só carregar o seu conteúdo, escrever uma descrição, escolher o preço pelo qual você quer vender a sua arte e o aplicativo o emite na forma de um token ERC-721 no Blockchain Ethereum. 

É realmente simples! Mas vamos destrinchar um pouco mais esse processo.

Para criar e cunhar seu próprio NFT, você precisa primeiro acessar Mintable.app e clicar no botão “Começar a vender”. Você será perguntado se o item que deseja começar a vender já existe em sua carteira ou se deseja criar um novo item.

Clique em “Criar um novo item”.

Em seguida, será perguntado se você deseja emitir o token totalmente gratuito e sem gás ou a forma tradicional (mais avançada). Como queremos demonstrar o processo mais simples e barato possível, mude a chave para “Fácil” e clique em “Criar um novo item”.

Antes de criar seu NFT, você será solicitado a fazer o login na sua conta do Mintable. Se você ainda não tem uma, precisará criar. Assim que sua conta for verificada (via e-mail de confirmação), você poderá prosseguir e criar o seu primeiro NFT.

 

Para criar e listar um NFT no mercado Mintable, você vai precisar definir um título de listagem, um subtítulo e uma descrição para o conteúdo que será transformado em NFT.

Os tipos de conteúdo que você pode cunhar em um NFT no Mintable são:

  • uma imagem;
  • um GIF;
  • um vídeo;
  • um arquivo de áudio;
  • um documento;
  • Dentre outros.

Carregue o arquivo que deseja transformar em NFT, escolha o preço e indique se deseja proteger os direitos autorais do conteúdo para ser transferível.

E por último clique no botão “Listar este item” e assine a transação usando sua carteira Ethereum.

É isso! Agora você poderá visualizar seu NFT recém-criado no mercado Mintable e em sua carteira Ethereum conectada. 

O Mintable reduz muito as barreiras de entrada no mercado de NFT, permitindo que qualquer pessoa se torne um criptoartista e tente a sorte criando e vendendo NFTs para obter uma renda.