sexta-feira, julho 19, 2024

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Blockchain será usada para rastrear minério de ouro na baixada cuiabana

As soluções da startup brasileira Minery garantirão que mineradores estejam dentro das boas práticas internacionais e possam vender suas produções para compradores de qualquer lugar do mundo

O setor da mineração artesanal, de pequena e média escala de ouro da baixada cuiabana, em Mato Grosso, anunciou o investimento na tecnologia blockchain para a certificação e a rastreabilidade do minério.

Pequenos mineradores de ouro na baixada cuiabana, especificamente, nas localidades de Poconé e Nossa Senhora do Livramento, estão prestes a iniciar testes com a startup brasileira Minery, que possui em seu portfólio de serviços, a rastreabilidade digital do blockchain da empresa alemã Minespider.

Segundo Eduardo Gama, CEO da Minery, a empresa criou um conjunto de soluções que permite que mineradores estejam dentro das boas práticas internacionais e possam vender suas produções para compradores de qualquer lugar do mundo. Ao mesmo tempo, os compradores têm mais segurança nas aquisições.

“O Certimine, certificação da Minery, surgiu da necessidade de modernizar e inovar as negociações entre mineradores e compradores de todas as partes do mundo, seja ele de pequena, média ou grande escala”, afirmou.

A certificação contará com a visita de técnicos treinados, que avaliam presencialmente, diversos itens dispostos nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, dentre eles, a legalidade da empresa, o impacto ambiental e nas comunidades vizinhas, uso de equipamentos de segurança pelos trabalhadores, se existe trabalho infantil ou análogo à escravo, dentre outros.

Gama também afirmou que outro passo importante será é a implementação dos passaportes digitais do Minespider, criado para rastrear matéria-prima

O passaporte agrega informações através da cadeia, desde certificações como o Certimine, logística e outras análises que sustentam a rastreabilidade do produto até o cliente final”.

As implementações dos projetos são intermediadas pela Fênix DTVM, empresa regulamentada pelo Banco Central, a atuar na compra e venda do mineral.

(adaptado da matéria do Money Times)

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