sexta-feira, julho 19, 2024

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Café brasileiro é exportado para o Japão com rastreabilidade em blockchain

A rastreabilidade via blockchain foi implementada pela startup Arabyka

Um lote de café orgânico Minamihara está sendo exportado para o Japão com o uso de rastreabilidade via tecnologia blockchain, implementada pela startup Arabyka.

A intermediação entre o produtor e a startup faz parte do trabalho da Cocriagro, hub de inovação com sede em Londrina (PR), montado dentro do parque de exposições da SRP (Sociedade Rural do Paraná).

Segundo o cafeicultor Andeson Minamihara, trata-se de um lote de café especial, que pode chegar a 90 pontos na classificação. Pela SCA (Specialty Coffee Association), que desenvolveu uma metodologia de avaliação de 11 atributos do grão, a nota pode variar de zero a 100. A partir de 80 pontos, o café é classificado como especial.

Esse primeiro lote, de 9 sacas, está utilizando 100% de tecnologia blockchain da Arabyka que vai apresentar informações como época e tipo de colheita, secagem, lote, variedade, tempo de descanso, dia e padrão de exportação. Os outros membros da cadeia, como torrefadores e cafeterias também podem inserir suas informações durante o processo de venda, até chegar ao consumidor final”, diz Minamihara.

O CEO da Arabyka, George Hiraiwa, acredita que, com o avanço da tecnologia blockchain, está havendo um empoderamento do consumidor que passa a ser o protagonista da cadeia.

“Acredito que será uma grande oportunidade para o Brasil mostrar ao mundo que produzimos alimentos seguros e sustentáveis.”

George Hiraiwa, CEO da Arabyka – imagem via Forbes Brasil

(adaptado da matéria da Forbes Brasil)

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